terça-feira, 20 de julho de 2010

Férias

Pessoal,

Nos próximos 10 dias eu estarei de férias e não farei nenhuma postagem.

Até a volta!!!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Obesidade infantil

Pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo mostrou que o Brasil ultrapassou os Estados Unidos em matéria de obesidade infantil entre 2 e 5 anos de idade.

28% das crianças brasileiras nessa faixa etária estão acima do peso ideal, enquanto que nos Estados Unidos – considerado o país mais gordo do mundo – esse número cai para 20%.

Os principais culpados são os maus hábitos alimentares e o sedentarismo.

É importante lembrar que os hábitos alimentares começam a ser criados na infância e que dificilmente uma pessoa que cresce ingerindo alimentos que não são saudáveis se adaptará a ter uma alimentação adequada e equilibrada no futuro.

Além disso, acontecem alterações de ordem metabólica ainda mais difíceis de reverter, fazendo com que a criança gordinha torne-se um adulto com facilidade de engordar e dificuldade de emagrecer por toda a vida.

Está ficando cada vez mais comum encontrarmos crianças e jovens com doenças crônicas que antigamente eram consideradas doenças de adultos, como diabetes tipo 2, hipertensão, níveis de colesterol e triglicerídeos alterados, além de problemas nas articulações.

Lembre-se, também, que criança fofinha não é sinal de saúde. Através de uma alimentação inadequada, ocorre carência de diversos nutrientes essenciais e excesso de substâncias que prejudicam a saúde.

O risco de uma criança gordinha se tornar um adulto obeso aumenta exponencialmente quanto mais se demora para tratar o problema.

Na figura estão as porcentagens de risco de uma criança se tornar um adulto obeso conforme os anos vão passando:

Fonte da figura: Revista Veja.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Agrotóxicos

No final do mês passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um relatório que aponta alta presença de agrotóxicos em alimentos como frutas, verduras, legumes e grãos.

De acordo com o relatório, 29% das amostras analisadas apresentaram algum tipo de irregularidade, como resíduos de agrotóxicos acima do permitido e ingredientes ativos não autorizados.

Os alimentos com maiores irregularidades foram:
- Pimentão, com 80% das amostras insatisfatórias;
- Uva, com 56,4% das amostras insatisfatórias;
- Pepino, com 54,8% das amostras insatisfatórias;
- Morango, com 50,8% das amostras insatisfatórias.

Abaixo estão cinco dicas simples para diminuir a ingestão de agrotóxicos:

1- Escolha frutas e verduras da estação
Os alimentos que não são da época recebem mais agrotóxicos para durar um tempo maior. 

2- Dê preferência aos produtos nacionais
As frutas e verduras produzidas próximas da região de consumo recebem menos agrotóxicos.

3- Desconfie dos perfeitos
Quanto menos imperfeições, maior a probabilidade de um alimento ter recebido mais agrotóxicos.

4- Alterne a dieta
Comer sempre o mesmo alimento aumenta o risco de comer sempre o mesmo veneno. Assim, diversificando-os, reduzimos a chance de exposição ao mesmo agrotóxico.

5- Higienizar os alimentos corretamente 
Lavá-los com água corrente e detergente ou deixá-los de molho em água com vinagre, em solução com água sanitária ou em solução com bicarbonato de sódio são medidas que ajudam a diminuir a concentração de agrotóxicos.

Ainda, segundo a Anvisa: "Para reduzir o consumo de agrotóxico em alimentos, o consumidor deve optar por produtos com origem identificada. Essa identificação aumenta o comprometimento dos produtores em relação à qualidade dos alimentos, com adoção de boas práticas agrícolas".

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Dieta X Eventos

Escuto com frequência frases como essa: “Não consigo seguir o plano alimentar porque sempre aparece uma festa, aniversário, formatura, casamento”.

A principal questão é que os compromissos ou os eventos sociais sempre farão parte da vida de todos, assim como uma alimentação saudável também deve fazer.

Dessa forma, através da reeducação alimentar não há necessidade de privação desses momentos, mesmo quando o objetivo é a perda de peso. A grande diferença está em como se comportar frente a essas situações.

A primeira atitude que deve ser tomada é não comer pouco ou não ficar em jejum durante as refeições que antecedem o evento, evitando que haja excesso de fome no momento em que se estará diante às diversas tentações (normalmente bastante calóricas).

Assim, deve-se comer normalmente durante todo o dia e, sempre que possível, fazer um pequeno lanche saudável antes do evento para que não haja descontrole em relação à ingestão alimentar.

Durante o evento, é importante que se faça escolhas alimentares saudáveis, sempre lembrando que os alimentos estarão à disposição o tempo todo e que não existe necessidade de comê-los após estar saciado.

Outro tema importante é em relação às bebidas alcoólicas. Para se ter uma idéia, cada 1ml de álcool representa 7kcal. Portanto, se houver excesso de ingestão de bebidas alcoólicas, haverá excesso de ingestão de calorias.

Com pequenos cuidados, não há necessidade de evitar os compromissos e eventos sociais!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Notícia - atriz Gwyneth Paltrow com osteopenia

Notícia recente divulgada nos principais meios de comunicação foi sobre a saúde da atriz Gwyneth Paltrow.

A atriz revelou que está com osteopenia, definida como diminuição da densidade dos ossos e considerada precursora da osteoporose.

O aparecimento da doença é bastante comum em mulheres idosas; porém, a atriz tem apenas 37 anos.

O problema foi diagnosticado após ela ter sofrido uma fratura na perna. A partir disso, foram feitos exames de densitometria óssea e de sangue para verificar os níveis de vitamina D que, segundo divulgação da atriz, estavam muito abaixo do ideal.

A osteopenia pode estar associada a uma alimentação com pouca quantidade de cálcio e vitamina D.

Há cerca de 10 anos, a atriz não consome alimentos de origem animal como carnes, leites e derivados, ingerindo uma dieta macrobiótica em que há basicamente alimentos como cereais integrais, vegetais e leguminosas.

A partir dessa notícia, pode-se perceber a importância de um nutricionista para a saúde das pessoas, na medida em que este é um exemplo de que os alimentos escolhidos por nós podem ser deficientes em nutrientes causando diversas doenças.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Beber água emagrece?

A água é o maior componente do corpo, podendo chegar a 70% do peso corporal de um homem adulto.

A ingestão de água auxilia os rins a liberarem toxinas, regula a temperatura do corpo, transporta nutrientes no organismo e ajuda a evitar a constipação intestinal.

A água pode sim ajudar na dieta! Porém, isso não significa que beber água emagreça.

A ingestão de água ajuda a controlar a vontade de comer compulsivamente, por promover uma sensação de plenitude gástrica (estômago cheio), fazendo com que se coma uma quantidade menor de alimentos e, assim, podendo haver o emagrecimento.

Ficou de conhecimento popular a recomendação de 8 copos por dia. Entretanto, essa recomendação não leva em consideração os hábitos e a saúde de cada indivíduo, além da temperatura de onde mora e a água contida nos alimentos.

Para se ter uma idéia da porcentagem de água que não vemos por alimento:
- Pepino: 96%
- Tomate: 95%
- Repolho: 94,7%
- Chuchu: 94,6%
- Melancia: 94%
- Morango: 91,5%
- Couve: 91%
- Cebola: 89%
- Laranja: 87%

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Por que mastigar bem?

Uma das principais orientações que deve acontecer durante o processo de reeducação alimentar é em relação à mastigação.

A mastigação é a fase inicial da digestão e tem como objetivo a quebra e a trituração dos alimentos, reduzindo-os em pedaços menores e adequados para serem deglutidos e chegarem ao estômago.

Por melhorar a digestão, a mastigação lenta e adequada ajuda a evitar possíveis desconfortos gastrointestinais como azia, náuseas, gases abdominais, refluxo.

Durante o processo de mastigação, o organismo recebe sinais e se prepara para a digestão e a assimilação dos nutrientes, até que a fome seja saciada.

A grande questão é que esses sinais demoram alguns minutos para serem liberados e chegarem ao centro de saciedade do cérebro. A partir disso, o cérebro avisa ao organismo que está saciado e satisfeito, interrompendo a necessidade de ingerir-se alimentos.

Dessa forma, quando se come rápido demais, corre-se o risco de ingerir uma quantidade muito maior de alimentos, pois a informação de que aquilo que se comeu é suficiente demora para chegar ao organismo que entende que ainda estamos com fome.

A falta de uma mastigação adequada, portanto, tem sido apontada como um dos fatores que contribuem para a menor saciedade e, assim, maior consumo alimentar.

Lembre-se, então, que mastigar bem os alimentos é fundamental para uma digestão completa, para a sensação de saciedade e para a manutenção do peso ideal.